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	<title>Comentários sobre: MBKM &#8211; o blog em sala de aula</title>
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	<description>&#34;Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir.&#34; (Sêneca)</description>
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		<title>Por: Será o Google a próxima Microsoft? &#171; Nepôsts &#8211; Rascunhos Compartilhados</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4307</link>
		<dc:creator>Será o Google a próxima Microsoft? &#171; Nepôsts &#8211; Rascunhos Compartilhados</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 14:41:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O Eudes, um dos meus alunos no MBKM perguntou em um comentário: É público que o Google para entrar na China teve que adotar a lista de censura da ditadura chinesa. De novo, não quero demonizar o Google, mas sim exemplificar a existência da possibilidade, seja ela rídicula ou não, de manipulação dos canais. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O Eudes, um dos meus alunos no MBKM perguntou em um comentário: É público que o Google para entrar na China teve que adotar a lista de censura da ditadura chinesa. De novo, não quero demonizar o Google, mas sim exemplificar a existência da possibilidade, seja ela rídicula ou não, de manipulação dos canais. [...]</p>
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		<title>Por: cnepomuceno</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4322</link>
		<dc:creator>cnepomuceno</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 18:34:38 +0000</pubDate>
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		<description>Eudes, compartilho em parte do seu pessimismo, veja meu medo da contra-reforma na entrevista que saiu hoje:

http://nepo.com.br/2009/08/12/quando-blogueiro-entrevista-blogueiro/

Não acho que o futuro é dado, mas construído.

Depende um pouco de nós e é justo, olhando para trás, desconfiar de um mundo cor de rosa.

Mas o que nos resta a fazer?

Lutar no que se pode para puxar o barco mais para esse lado da margem e é isso que tento.

Gostei da declaração dos direitos humanos 2.0.

Acredito que estamos à beira - ou já vivendo - mais um iluminismo em rede, tendo mais uma contra-reforma e abrindo novos espaços de direitos humanos.

É isso, grato pela visita.

Nepô.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eudes, compartilho em parte do seu pessimismo, veja meu medo da contra-reforma na entrevista que saiu hoje:</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/2009/08/12/quando-blogueiro-entrevista-blogueiro/" rel="nofollow">http://nepo.com.br/2009/08/12/quando-blogueiro-entrevista-blogueiro/</a></p>
<p>Não acho que o futuro é dado, mas construído.</p>
<p>Depende um pouco de nós e é justo, olhando para trás, desconfiar de um mundo cor de rosa.</p>
<p>Mas o que nos resta a fazer?</p>
<p>Lutar no que se pode para puxar o barco mais para esse lado da margem e é isso que tento.</p>
<p>Gostei da declaração dos direitos humanos 2.0.</p>
<p>Acredito que estamos à beira &#8211; ou já vivendo &#8211; mais um iluminismo em rede, tendo mais uma contra-reforma e abrindo novos espaços de direitos humanos.</p>
<p>É isso, grato pela visita.</p>
<p>Nepô.</p>
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		<title>Por: Eudes</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4321</link>
		<dc:creator>Eudes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 16:38:12 +0000</pubDate>
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		<description>Olá mestre,

Como lhe falei em sala, acredito muito nessa abordagem prática sobre as redes para a gestão do conhecimento e para a inteligência coletiva que o mestre tanto defende, mas não é sobre isso que eu quero falar.

Embora tenha ficado muito claro, como você mesmo colocou, que neste mundo novo da internet existe o lado bom e o lado ruim, existe os defensores e os censuradores, existe o herói e o vilão, eu ainda não estou totalmente convencido que esse meio do muitos para muitos é naturalmente imunizado contra os inimigos da livre informação e da livre iniciativa (também não estou querendo dizer que o mestre tenha afirmado isso em algum momento).

O que eu quero colocar aqui é uma pequena dose de pessimismo gelado para nos paralisar um pouquinho e nos fazer esquecer por um instante dos robozinhos e dos brinquedinhos felizes desse admirável mundo novo [posso?].

Quando os livros surgiram, eles eram, ao meu ver, uma espécie de muitos para muitos dentro de um clube razoavelmente livre. Um publicava um livro para dizer que homem veio do macaco, o outro, em resposta, publicava um livro dizendo que isso era ridículo. Quem sabia escrever e tinha o que escrever, publicava.

Hoje, se você sabe escrever e tem o que escrever não significa que você vai conseguir publicar um livro somente pela sua livre vontade. A mundo literário, da ficção ou não, se confunde com o mundo editorial. A editoria é um canal inescapável desse mundo.

Será que um canal similar não vai surgir mais cedo ou mais tarde para abocanhar a internet? Será que não tem ninguém pensando em como fazer isso agora? Se tem, por mais louco que ele seja, quem eles são? Alguém está estudando essa possibilidade remota ou não?

Hoje nós navegamos na internet ou navegamos no Google? Hoje entramos na internet ou abrimos o site do Google? Não me acusem de demonizar o buscador popular. A minha intenção com essa provocação é definir o que é a internet e o que são os canais que surgem para limita-la e as possíveis pessoas e organizações que podem se aproveitar desses canais.

É público que o Google para entrar na China teve que adotar a lista de censura da ditadura chinesa. De novo, não quero demonizar o Google, mas sim exemplificar a existência da possibilidade, seja ela rídicula ou não, de manipulação dos canais.

Obama abusou da internet na sua campanha, mas agora luta para restringir a privacidade dos americanos na internet através de um secretariado que pretende implantar medidas de suposta proteção cibernética onde os internautas ficarão parcialmente expostos e limitados pelo governo federal. Movimento similar existe no Brasil e no mundo. A ONU baba de vontade de ter para ela o controle da internet mundial. (E daí a pergunta, por que alguém quer ter o controle da internet mundial, não está bom assim? Pra mim querer o controle da internet mundial é como querer o controle de todas as rádios do mundo, ou de todas as empresas do mundo, ou de todos os cachorros do mundo, e assim por diante ...)

Voltando a China. Os internautas chineses fogem da censura através de &quot;portas de internet&quot; clandenistas. Em resposta, o governo Chinês, está projetando um chip que será implantado em todos computadores na China, importados ou não. O chip serve para fazer &quot;censura na fonte&quot; e é ligado diretamente na central de internet do governo que vai conseguir ver tudo que os internautas fazem no computador e bloquear o que for necessário. Não é tecnologicamente brilhante? (Eu não vou botar os links porque estou com preguiça, mas como já estamos na era 2.0, é só ir no Google e pesquisar que vai aparecer. É um bom exercício de imersão prática na matéria da aula, não é mesmo?)

Vou parar com a minha dose de pessimismo neurótico por aqui para que possamos voltar a falar dos brinquedinhos legais da internet. Mas a minha mensagem é velha e conhecida: o robô que se faz para ajudar também se faz para censurar, para restringir, para proibir, para meter o nariz na vida dos outros e por ai vai. E quando se falar de internet, estamos falando dos outros e de nós. Isso, acredito eu, nos traz uma oportunidade de estudo dessas ameaças e dessas possibilidades, nem que seja só para questões históricas. Pois quem está estudando os furos na área do direito para proteger o internauta? Quem está interessado em sustentar meios para manter essa saudável &quot;separação entre a Internet e o Estado&quot; que ainda temos (no Ocidente)?

Quem está pensando ou estudando a necessidade de uma &quot;Declaração Universal dos Direitos do Homem 2.0&quot;? Enfim, estou colocando na mesa algumas possibilidades que hoje já são reais e propondo uma visão séria, investigativa e científica sobre o fenômeno.

***

Agora vou falar de brinquedinhos: essa questão de robôs que trabalham de graça citado pelo professor na aula me lembrou o sistema da TiVo, dos EUA. É um sistema de TV digital, que, segundo minhas pesquisas, você diz para ele o que você gosta de assistir, e ele se encarrega de gravar tudo para você.

É possível dizer para ele, por exemplo, que você gosta de filmes de aventura, filmes de ação, séries de sci-fi, e ele vai sugando tudo da programação. Depois você assiste o que quer e apaga o que não quer. Os níveis de refinamento de busca são incríveis. Você pode, por exemplo, pedir filmes de ação, mas rejeitar os com George Clooney.

Ele também se integra com celular, iPod e outras porcarias. Só falta se integrar com o twitter do indivíduo e dizer o que ele está assistindo no momento.

Acho que escrevi demais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá mestre,</p>
<p>Como lhe falei em sala, acredito muito nessa abordagem prática sobre as redes para a gestão do conhecimento e para a inteligência coletiva que o mestre tanto defende, mas não é sobre isso que eu quero falar.</p>
<p>Embora tenha ficado muito claro, como você mesmo colocou, que neste mundo novo da internet existe o lado bom e o lado ruim, existe os defensores e os censuradores, existe o herói e o vilão, eu ainda não estou totalmente convencido que esse meio do muitos para muitos é naturalmente imunizado contra os inimigos da livre informação e da livre iniciativa (também não estou querendo dizer que o mestre tenha afirmado isso em algum momento).</p>
<p>O que eu quero colocar aqui é uma pequena dose de pessimismo gelado para nos paralisar um pouquinho e nos fazer esquecer por um instante dos robozinhos e dos brinquedinhos felizes desse admirável mundo novo [posso?].</p>
<p>Quando os livros surgiram, eles eram, ao meu ver, uma espécie de muitos para muitos dentro de um clube razoavelmente livre. Um publicava um livro para dizer que homem veio do macaco, o outro, em resposta, publicava um livro dizendo que isso era ridículo. Quem sabia escrever e tinha o que escrever, publicava.</p>
<p>Hoje, se você sabe escrever e tem o que escrever não significa que você vai conseguir publicar um livro somente pela sua livre vontade. A mundo literário, da ficção ou não, se confunde com o mundo editorial. A editoria é um canal inescapável desse mundo.</p>
<p>Será que um canal similar não vai surgir mais cedo ou mais tarde para abocanhar a internet? Será que não tem ninguém pensando em como fazer isso agora? Se tem, por mais louco que ele seja, quem eles são? Alguém está estudando essa possibilidade remota ou não?</p>
<p>Hoje nós navegamos na internet ou navegamos no Google? Hoje entramos na internet ou abrimos o site do Google? Não me acusem de demonizar o buscador popular. A minha intenção com essa provocação é definir o que é a internet e o que são os canais que surgem para limita-la e as possíveis pessoas e organizações que podem se aproveitar desses canais.</p>
<p>É público que o Google para entrar na China teve que adotar a lista de censura da ditadura chinesa. De novo, não quero demonizar o Google, mas sim exemplificar a existência da possibilidade, seja ela rídicula ou não, de manipulação dos canais.</p>
<p>Obama abusou da internet na sua campanha, mas agora luta para restringir a privacidade dos americanos na internet através de um secretariado que pretende implantar medidas de suposta proteção cibernética onde os internautas ficarão parcialmente expostos e limitados pelo governo federal. Movimento similar existe no Brasil e no mundo. A ONU baba de vontade de ter para ela o controle da internet mundial. (E daí a pergunta, por que alguém quer ter o controle da internet mundial, não está bom assim? Pra mim querer o controle da internet mundial é como querer o controle de todas as rádios do mundo, ou de todas as empresas do mundo, ou de todos os cachorros do mundo, e assim por diante &#8230;)</p>
<p>Voltando a China. Os internautas chineses fogem da censura através de &#8220;portas de internet&#8221; clandenistas. Em resposta, o governo Chinês, está projetando um chip que será implantado em todos computadores na China, importados ou não. O chip serve para fazer &#8220;censura na fonte&#8221; e é ligado diretamente na central de internet do governo que vai conseguir ver tudo que os internautas fazem no computador e bloquear o que for necessário. Não é tecnologicamente brilhante? (Eu não vou botar os links porque estou com preguiça, mas como já estamos na era 2.0, é só ir no Google e pesquisar que vai aparecer. É um bom exercício de imersão prática na matéria da aula, não é mesmo?)</p>
<p>Vou parar com a minha dose de pessimismo neurótico por aqui para que possamos voltar a falar dos brinquedinhos legais da internet. Mas a minha mensagem é velha e conhecida: o robô que se faz para ajudar também se faz para censurar, para restringir, para proibir, para meter o nariz na vida dos outros e por ai vai. E quando se falar de internet, estamos falando dos outros e de nós. Isso, acredito eu, nos traz uma oportunidade de estudo dessas ameaças e dessas possibilidades, nem que seja só para questões históricas. Pois quem está estudando os furos na área do direito para proteger o internauta? Quem está interessado em sustentar meios para manter essa saudável &#8220;separação entre a Internet e o Estado&#8221; que ainda temos (no Ocidente)?</p>
<p>Quem está pensando ou estudando a necessidade de uma &#8220;Declaração Universal dos Direitos do Homem 2.0&#8243;? Enfim, estou colocando na mesa algumas possibilidades que hoje já são reais e propondo uma visão séria, investigativa e científica sobre o fenômeno.</p>
<p>***</p>
<p>Agora vou falar de brinquedinhos: essa questão de robôs que trabalham de graça citado pelo professor na aula me lembrou o sistema da TiVo, dos EUA. É um sistema de TV digital, que, segundo minhas pesquisas, você diz para ele o que você gosta de assistir, e ele se encarrega de gravar tudo para você.</p>
<p>É possível dizer para ele, por exemplo, que você gosta de filmes de aventura, filmes de ação, séries de sci-fi, e ele vai sugando tudo da programação. Depois você assiste o que quer e apaga o que não quer. Os níveis de refinamento de busca são incríveis. Você pode, por exemplo, pedir filmes de ação, mas rejeitar os com George Clooney.</p>
<p>Ele também se integra com celular, iPod e outras porcarias. Só falta se integrar com o twitter do indivíduo e dizer o que ele está assistindo no momento.</p>
<p>Acho que escrevi demais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: cnepomuceno</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4320</link>
		<dc:creator>cnepomuceno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 20:42:29 +0000</pubDate>
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		<description>Carla, ainda bem que vencestes a sua timidez, parabéns!

Adorei a definição do Nietzsche, já a coloquei na minha coleção de frases:

http://nepo.com.br/frases/

Bom, o Grátis, na verdade, não é grátis, é dar algo que hoje se cobra e se cobrar por algo que hoje é grátis.

Um autor lança um livro e dá palestra de graça para divulgá-lo.

Hoje, ele dá de graça o livro e cobra a palestra.

O mesmo ocorre com o cantor, etc...

Ou seja, é uma mudança de venda de produtos reproduzíveis por experiências presenciais pagas.

Quanto a evolução da neurociência sempre coloco à parte as mudanças nos seres humanos e na sua essência, para as quais não podemos ter parâmetros.

Mas independente destas, os robôs já estão chegando, dá uma olhada na matéria de capa da veja esta semana,

bjs

grato pela visita,

Nepomuceno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carla, ainda bem que vencestes a sua timidez, parabéns!</p>
<p>Adorei a definição do Nietzsche, já a coloquei na minha coleção de frases:</p>
<p><a href="http://nepo.com.br/frases/" rel="nofollow">http://nepo.com.br/frases/</a></p>
<p>Bom, o Grátis, na verdade, não é grátis, é dar algo que hoje se cobra e se cobrar por algo que hoje é grátis.</p>
<p>Um autor lança um livro e dá palestra de graça para divulgá-lo.</p>
<p>Hoje, ele dá de graça o livro e cobra a palestra.</p>
<p>O mesmo ocorre com o cantor, etc&#8230;</p>
<p>Ou seja, é uma mudança de venda de produtos reproduzíveis por experiências presenciais pagas.</p>
<p>Quanto a evolução da neurociência sempre coloco à parte as mudanças nos seres humanos e na sua essência, para as quais não podemos ter parâmetros.</p>
<p>Mas independente destas, os robôs já estão chegando, dá uma olhada na matéria de capa da veja esta semana,</p>
<p>bjs</p>
<p>grato pela visita,</p>
<p>Nepomuceno.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carla Alexandre</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4319</link>
		<dc:creator>Carla Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 20:18:36 +0000</pubDate>
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		<description>Sou muito reservada, para mim é uma tarefa herculana falar em público, coisa que aconteceu na aula, quando percebi este fato deu branco....ainda não me convenci da história do grátis do Cris Anderson ainda acho que é como a história da &quot;pirâmide&quot;, em que poucos ganham e uma grande parcela paga a conta. Mas um outro mundo só é possível mediante outras formas de pensar. Vamos aguardar.
Outra reflexão que fiz, foi sobre o sistema de robô, ao qual o Nepô vê como futuro.
Minha espectativa vai por outra linha, penso que a neurociência permitirá que nosso cérebro expresse uma condição humana sem limites espaciais e temporais. Estamos caminhando para esta realidade.
Até.....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou muito reservada, para mim é uma tarefa herculana falar em público, coisa que aconteceu na aula, quando percebi este fato deu branco&#8230;.ainda não me convenci da história do grátis do Cris Anderson ainda acho que é como a história da &#8220;pirâmide&#8221;, em que poucos ganham e uma grande parcela paga a conta. Mas um outro mundo só é possível mediante outras formas de pensar. Vamos aguardar.<br />
Outra reflexão que fiz, foi sobre o sistema de robô, ao qual o Nepô vê como futuro.<br />
Minha espectativa vai por outra linha, penso que a neurociência permitirá que nosso cérebro expresse uma condição humana sem limites espaciais e temporais. Estamos caminhando para esta realidade.<br />
Até&#8230;..</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carla Alexandre</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4318</link>
		<dc:creator>Carla Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 20:01:49 +0000</pubDate>
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		<description>Estou querendo postar desde a semana passada mas confesso que estive presa em meu &quot;reino encantado&quot;.
Adorei a aula, e fiquei surpresa em ter o Nepô na sala pois já o conhecia através de seus posts, suas idéias a muito fermentavam minha cabeça.
Quando ele começou a falar que os desenhos das cavernas eram recados, fiquei muito curiosa por saber quais eram os fatos históricos que deram base a esta afirmação? Não perguntei em aula pois queria deixar esta pergunta para o Blog. Mas durante a aula, minha pergunta já estava respondida: &quot;Toda teoria é uma tentativa de entender o processo&quot;. Isto me bastou.
Lendo algumas coisas, encontrei uma resposta que acho mais adequada a pergunta: O que é conhecimento?
&quot;O conhecimento é construido passo a passo a partir de diferentes relações entre o sujeito e o objeto, ou seja, dependendo do olhar que o sujeito incida sobre o objeto, um novo &quot;saber&quot; será compreendido por este. Tal saber deverá ser confrontado com outras visões daquele objeto, construindo-se assim um grau mais próximo de verdade, mas que nunca será absoluta em si.&quot; (Nietzsche)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou querendo postar desde a semana passada mas confesso que estive presa em meu &#8220;reino encantado&#8221;.<br />
Adorei a aula, e fiquei surpresa em ter o Nepô na sala pois já o conhecia através de seus posts, suas idéias a muito fermentavam minha cabeça.<br />
Quando ele começou a falar que os desenhos das cavernas eram recados, fiquei muito curiosa por saber quais eram os fatos históricos que deram base a esta afirmação? Não perguntei em aula pois queria deixar esta pergunta para o Blog. Mas durante a aula, minha pergunta já estava respondida: &#8220;Toda teoria é uma tentativa de entender o processo&#8221;. Isto me bastou.<br />
Lendo algumas coisas, encontrei uma resposta que acho mais adequada a pergunta: O que é conhecimento?<br />
&#8220;O conhecimento é construido passo a passo a partir de diferentes relações entre o sujeito e o objeto, ou seja, dependendo do olhar que o sujeito incida sobre o objeto, um novo &#8220;saber&#8221; será compreendido por este. Tal saber deverá ser confrontado com outras visões daquele objeto, construindo-se assim um grau mais próximo de verdade, mas que nunca será absoluta em si.&#8221; (Nietzsche)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Conhecimento não é substantivo concreto! &#171; Nepôsts &#8211; Rascunhos Compartilhados</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4317</link>
		<dc:creator>Conhecimento não é substantivo concreto! &#171; Nepôsts &#8211; Rascunhos Compartilhados</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 15:15:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=6964#comment-4317</guid>
		<description>[...] Estivemos empenhados na discussão sobre o que é, afinal, conhecimento na última aula do MBKM. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Estivemos empenhados na discussão sobre o que é, afinal, conhecimento na última aula do MBKM. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rastros, mentiras e empresas 2.0 &#171; Nepôsts &#8211; Rascunhos Compartilhados</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4316</link>
		<dc:creator>Rastros, mentiras e empresas 2.0 &#171; Nepôsts &#8211; Rascunhos Compartilhados</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 09:19:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=6964#comment-4316</guid>
		<description>[...] Wágner foi direto na última aula do MBKM, com um tom de descrença: &#8220;Nepô, então, você acha que as pessoas serão menos medíocres [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Wágner foi direto na última aula do MBKM, com um tom de descrença: &#8220;Nepô, então, você acha que as pessoas serão menos medíocres [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Wagner Silva</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4315</link>
		<dc:creator>Wagner Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 12:49:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=6964#comment-4315</guid>
		<description>“O tempero da aula é a fome de saber”. Cheguei à aula de sexta com fome, saí faminto! Dúvidas e mais dúvidas: filosofia, ciência da computação, epistemologia, etimologia, análise prospectiva, sociologia, darwinismo, geografia, história, psicologia, lingüística e, ironicamente, ciência da administração. O objetivo de levantar perguntas fundamentais foi atingido. Valeu Nepo! Muito bom! Mas não desisti da aplicação prática de pelos menos parte de todas essas discussões. A única certeza que ficou foi sobre meu papel como indutor de mudança. Espero conseguir desenvolver um bom projeto profissional e acadêmico nessa linha. Destaco uma reflexão que ficou: entre os objetivos da ciência estão descobrir e entender as leis da natureza e estender os benefícios daí advindos ao maior número possível de pessoas ajudando a resolver problemas. Nepo, mais frases pra sua coleção:

“Três classes de pessoas são infelizes: a que não sabe e não pergunta, a que sabe e não ensina a que ensina e não faz”. V. Beda.

“Eu sou um homem que se fez por si mesmo, mas acho que vou precisar me fazer de novo. E dessa vez vou chamar alguém para me ajudar”. Roland Young.

“Há uma parcela de idiotas na população e seria injusto não estarem adequadamente representados”. Herbert Humphry (para o Congresso Nacional).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“O tempero da aula é a fome de saber”. Cheguei à aula de sexta com fome, saí faminto! Dúvidas e mais dúvidas: filosofia, ciência da computação, epistemologia, etimologia, análise prospectiva, sociologia, darwinismo, geografia, história, psicologia, lingüística e, ironicamente, ciência da administração. O objetivo de levantar perguntas fundamentais foi atingido. Valeu Nepo! Muito bom! Mas não desisti da aplicação prática de pelos menos parte de todas essas discussões. A única certeza que ficou foi sobre meu papel como indutor de mudança. Espero conseguir desenvolver um bom projeto profissional e acadêmico nessa linha. Destaco uma reflexão que ficou: entre os objetivos da ciência estão descobrir e entender as leis da natureza e estender os benefícios daí advindos ao maior número possível de pessoas ajudando a resolver problemas. Nepo, mais frases pra sua coleção:</p>
<p>“Três classes de pessoas são infelizes: a que não sabe e não pergunta, a que sabe e não ensina a que ensina e não faz”. V. Beda.</p>
<p>“Eu sou um homem que se fez por si mesmo, mas acho que vou precisar me fazer de novo. E dessa vez vou chamar alguém para me ajudar”. Roland Young.</p>
<p>“Há uma parcela de idiotas na população e seria injusto não estarem adequadamente representados”. Herbert Humphry (para o Congresso Nacional).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cnepomuceno</title>
		<link>http://nepo.com.br/2009/07/31/mbkm-o-blog-em-sala-de-aula/comment-page-1/#comment-4314</link>
		<dc:creator>cnepomuceno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 09:40:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nepo.com.br/?p=6964#comment-4314</guid>
		<description>Rodrigo, postou em outro lugar e estou situando ele aqui:


Pessoal,



Para a Discussao de Material Acabado vs Inacabado, Segue um paper classico sobre o assunto &quot;The Cathedral and the Bazaar&quot;, de Eric Raymond http://catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo, postou em outro lugar e estou situando ele aqui:</p>
<p>Pessoal,</p>
<p>Para a Discussao de Material Acabado vs Inacabado, Segue um paper classico sobre o assunto &#8220;The Cathedral and the Bazaar&#8221;, de Eric Raymond <a href="http://catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/" rel="nofollow">http://catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/</a></p>
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