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Estive ontem no lançamento da Revista Inteligência Empresarial, 31, editada pelo Crie. O evento ocorreu no BNDES e versão impressa ou eletrônica pode ser comprada na e-papers.

 

José Arnaldo Deutscher – pesquisador do Crie, autor da tese de doutorado “Uma metodologia de Avaliação de Ativos Intangíves” na sua apresentação disse essa frase cada vez mais repetida em cada vez mais lugares:

“Hoje, a única certeza, é a certeza da mudança”.

E defendeu que as empresas têm que se preparar para esse mundo mutante.

Mais: ao se emprestar recursos os bancos de financiamento devem analisar a capacidade que elas têm,  a partir dos seus ativos intangíveis, de estar realmente pronta para enfrentar o novo planeta veloz.

Medindo com uma nova métrica que ele apresenta na revista a capacidade também, em última instância de inovar. Interessante, não?

O artigo da revisa ” Aplicando os capitais intangíveis” me pareceu o ponto alto da publicação.

Bom, fiquei a pensar, então, se a mudança é agora o nosso “modus-operandi” será necessário que estudemos esse fenômeno a fundo tanto de forma vertical como na horizontal.

Horizontalmente, por exemplo, que fatores nos levam a mudar? Como resistimos? Quais são os ciclos que se repetem? E na vertical: como mudanças no transporte, da genética, do conhecimento afetam a socidade, através de uma métrica que possa aferir o grau de maior ou menor influência na vida do planeta?

É um pouco na linha das disciplinas e estudos que vêm sendo feito como Gestão da Mudança.

Vou aprofundar mais o assunto, se alguém tiver alguma dica de livro e puder colaborar….Tem aquele famoso “O lado oculto das mudanças” de Luc de Brabandere. Vou dar uma relida, pois o tema me inquietou e vai servir para uso também como sustentação para a minha tese das mudanças dos ambientes de conhecimento.

Eu voltarei. ;)

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