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Five needed truths about the Internet

We shouldn’t have illusions – the Internet didn’t come to save the world. José Saramago, from my phrase collection in Portuguese.

(Well, I’ll continue to talk a bit more about ideas going through my mind after the RioInfo debate.)

Here are some theoretical premises for reflection on the role of the Internet in the world.

  • 1- We always lived with knowledge networks. We had the speech network, the print network (industrial book), audio network (radio), and image network (television). The Internet is an evolution of those previous ones, even more horizontal, fast, and with more alternatives. It’s the most complex network so far created.

  • 3- This phenomenon, although apparently spontaneous, natural, and charming, is indeed systemic. It’s not the first time networks have changed topology, and it won’t be the last. In my opinion, this happens every time the number of inhabitants and their informational demand exceed the current network capacity to enable the timely exchange of ideas. The more numerous we are, more demands we will have and more complex channels will be needed to generate innovation and new products. For this, the network needs to be more horizontal, gradually eliminating intermediaries, in order to open new exchange points and reduce the pressure of informational demands.
  • 4- Thus, topological changes in the network don’t alter human patterns in the relations with other human beings; cognitions change, but not the way of relating to ourselves. If we put all our bets on social revolution, based on technology, we will have renewed power structures, with new injustices in the place of old ones. Is it worth fighting for those new structures? Of course, it is, but knowing their limitations if we think in broader terms. We will end up with a new king (Google and its allied powers in this case – see China) sitting on the same throne – with our new old problems.

  • 5- Social networks are the talk of the town lately. However, they are not the first example of worldwide horizontal collaboration. The social network of writings, of the printed book, starting in 1500 enabled us to “invent” the universities, among other things. It also had its links, the sum total of experiences, a great paper Facebook, which changed the world first with ideas and later with products.

See what Burke had to say about the industrial book, which MacLuhan considered to be the first mass media, as all others that followed it:

As many as three or four million copies of almanacs were printed in seventeenth-century England, as well as in Venice, with almost two million copies, through the work of 500 publishers, this resulted in general in the production of over 16,000 titles with 18 million copies in Europe. As proof of this “explosion,” it should be noted that approximately 400 universities had been founded only in Italy around 1600, and they were spread all over Europe, from Portugal to Poland (retranslated from Uma história social do Conhecimento/ A Social History of Knowledge, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.)

(Prior to the Internet, there was nothing more collaborative than academic work.)

Do not believe that collaboration is a novelty.

It’s only one more necessary motion, as in the past, to advance as a species. (Don’t fool yourselves!). Thus, collaboration on the Internet (as in the universities) has not and will not lead us to another civilization.

It’s more a process of change, out of necessity, not generosity, within a new support system – the network of our time.

Collaboration is – and will always be – used to solve survival problems of information and in no way can be viewed as a philosophical change of human condition, which requires a deeper and more general discussion of our nature. Unfortunately, the Internet, as the book prior to it, doesn’t bring answers to this.

People collaborate out of necessity!

So, it’s urgent to continue deepening the historical study of similar network ruptures in the past, or else we will never have the precise dimension of what we are currently going through, in what we should believe, and what changes will actually make a great difference for future generations. This includes a philosophical vision more geared to wisdom in broader terms than the reductionism of utilitarian knowledge, as we see today.

Otherwise, we will take an updated old for a completely new phenomenon.

And the new in this movement might get confused with something old.

That’s it for now!

Do you agree?

More Neposts in English.

Twitter in English. Follow me.

Twitter in Portuguese. Follow me.

Translated by Jones de Freitas. Edited by Phil Stuart Cournoyer.

(This article in Portuguese.)

O crime imperfeito

Em épocas de ruptura, estudar teorias é a coisa mais prática que podemos fazer! – Nepô – da minha coleção de frases,

 

Existem talvez dois tipos de crimes: os que acontecem aqui e agora, uma briga de bar.

Um cara mata o outro e a polícia chega, os dois nunca tinham se visto.

Pronto, resolvido o caso.

Bem diferente, é um, que envolve jogos políticos, interesses, que dão bons filmes e romances, intrincados.

Esse segundo exige pesquisa histórica e leva tempo.

Assim, um detetive não pode olhar todos os crimes do mesmo jeito, depende do tipo de morte.

O fenômeno da Web, das redes sociais não é o crime de bar simplesinho.

É complexo.

Há todas as implicações do passado, que nos permitirão entender a lógica da coisa.

É preciso criar um grande cenário para saber, afinal, por que estamos mudando tanto e como iremos mudar de novo.

E em que direção.

A Web é uma surpresa teórica e prática.

Exige muito carinho e atenção.

Misturar um crime com o outro, talvez tenha sido o maior pecado da Web 2.0 Expo, que ocorreu, agora em novembro, em NY, aliás, uma máxima nos encontros que tenho ido, aqui e lá fora,

Todos nós temos procurado, a partir de uma visão rápida – muitas vezes superficial- olhar rápido a cena do crime, saber como se vai empacotar a coisa e vender serviço e criar o passo-a-passo.

E escolher alguns culpados e dar medalhas para policiais despachados.

Se você não entende a lógica, fica difícil conseguir criar estratégia.

Entender os meandros da coisa.

O EUA são ótimos, talvez, a nação mais capacitada do mundo, pelo seu ambiente de negócios, em transformar pedra em leite.

O problema é que o detetive não pode usar sempre o mesmo método para tudo.

E é o que aconteceu.

Assim, as palestras, muitas delas, com aqui no Brasil também tendem a se arrastar em uma certa superficialidade dos exemplos, em uma certa monotonia do mesmo discurso.

Um passo a passo de acertos e erros.

O problema que a estratégia sem visão geral é mais carta e lenta de resultados.

E não permite grandes retornos de capital.

Tudo que se quer, mas para isso é preciso ter essa visão geral!

Falta uma boa e decente dose de  grande cenário.

Exceções?

Aqui e ali se pescou algo por láq.

Sim, do alemão, Sören Stamer, que tentou abordar o problema, a partir do Darwinismo.

(Veja o ppt aqui.)

E da palestra polêmica e inquietante de Douglas Rushkoff, que questionou o discurso oficial.

Ele é autor do livro, que comprei, Life INC.

Gostei também da experiência da cidade de Santa Cruz de Orçamento e Governo 2.0.

Veja foto:

(Veja o PPT aqui.)

E ainda Web 2.0 Goes to Work: How Two Media Companies Implemented Business Social Software Ross Mayfield (Socialtext), Dave Burke (The Washington Post), Patrick Durando (McGraw Hill).

Coloquei o que vi aqui.

Nas palestras, ainda destacaria a Tara Hunt, na

The Whuffie Factor: The 5 Keys for Maxing Social Capital and Winning with Online Communities. O que vi, coloquei aqui.

(Veja o ppt.)

Vale ainda dar uma olhada nos videos:

Da responsável pelo Governo 2.0 do Obama:

A discussão sobre plataformas do próprio O´Reilly:

Destacaria a palestra do Scott Berkun:

E sugeriria que visse a palestra mais aplaudida, engraçada do evento, um inglês, entretanto, para ouvidos rápidos, confesso que vou ter que ouvir de novo, várias vezes:

Do exemplo de implantação de projetos 2.0 nas empresas, captei este slide, que confesso já nem lembro de que palestra, mas que aponta para coisas que concordamos por aqui:

Exposição de produtos:

Outro destaque, apesar do esvaziamento este ano, foi da feira, que mostra um pouco a tendência dos empreendedores e o que vi por lá é a aposta nas redes sociais nas organizações.

É a crise, mermão…

Mas há forte tendência de pequenos e grandes produtores de software de colocar boas ferramentas de redes sociais nas empresas.

De duas formas: ou instalando nos servidores, os maiores (Microsoft e IBM).

Microsoft ataca de SharePoint 2010:

E IBM de Lotus Connection:

E os menores apostam as fichas nas nuvens. Você paga mensalmente para criar a rede interna.Com pouca gente até de graça e, a partir de um determinado número, paga mensalmente.

Vejam as que achei nessa linha por aqui, coloca no Google para obter mais detalhes:

BlueKiwi

Qtask

E ainda:

BlogTtronix

E talvez a mais badalada:

SocialText

A pergunta que fica: e se você quiser migrar?

Perde tudo?

Bom, a feira aqui tem essa virtude é o faro americano para onde o vento 2.0 está apontando.

Vi ainda como curiosidade na feira:

1) a empresa de serviço brasileira que pagou 10 mil dólares para tentar a sorte no mercado americano: “Montar estande aqui é mais barato do que no Brasil”.

2) A presença do Opera (estavam também no Intercon, quando até ganhei uma camiseta. Devem estar com investidores);

3) O ooVoo para conferências, todos os participantes, na mesma tela, um vendo o outro, uma vantagem sobre o Skype;

Destaquei aqui o que podemos aprender com eventos americanos.

Aqui, os livros que comprei em NY.

Já postei também o que podemos aprender com um evento americano.

E, por fim, todas as fotos que tirei no evento, no Flickr.

Kindle: não foi desta vez!

Não, não comprei um Kindle aqui em NY.

Tá tudo muito nebuloso.

Vi só duas pessoas no metrô lendo em algo parecido.

Veja abaixo, a foto.

(Tá escura, mas na sombra há uma Kindle-woman, eu “agarantio”):

Não, não tem Kindles nas lojas para se olhar e tocar.

Só comprando direto na Amazon, no escuro, mas aí já é.

Ou como dizem no Nordeste: pronto!

Vi um Sony Reader na BH, loja famosa de eletrônicos, mas a Sony não tem nada on-line para vender.

Ou muito pouco.

Como já disse no Twitter, o Kindle e similares são Tokens para garantir acesso ao banco de dados da Amazon e concorrentes.

Paga-se pelo acesso.

Pois ler por ler deitado ou sentado, tenho meu nettop que serviria como luva.

Não tenho é livro dentro!!!

Tenho uma teoria que uma tecnologia só está pronta quando chega no Edifício da Avenida Central em várias lojas. ;)

Foi assim com o Palm.

E com os smart-phones.

Ainda não é o caso.

Será um dia?

A Amazon vai vender no varejo?

Muitos livros que queria não tinha no formato Kindle para baixar.

Assim, volto mais uma vez com a mala pesada.

Para compra de livros de papel, recomendo a Strands.

Mas aviso.

Tem que entrar no site antes e ir lá com tudo matigado no papel.

Não têm micros para consultas e os vendedores não são tão pacientes.E não sei se tem Wi-fi.

Tem até livros novos por bons preços.

A Strands é o maior sebo do planeta.

Onde me achei mesmo para livros novos foi na Borders.

Tem um wi-fi poderoso.

O livro Life é de um dos palestrantes aqui do evento.

Um dos poucos que saiu da forma de bolo.

Bom, hoje vou comprar mais livros,com 30% de desconto na feira do evento.

Só tem livros da O’Reilly.

Aliás, os autores, muitos, são palestrantes,meio jabá?

Alguns livros citados no evento de palestrasntes, não estão lá.

Posto depois a xepa de hoje.

Fui.

Quando a mídia diz: intranet 2.0!

Palestra na WEB 2.0 NY:

Web 2.0 Goes to Work: How Two Media Companies Implemented Business Social Software

Ross Mayfield (Socialtext), Dave Burke (The Washington Post), Patrick Durando (McGraw Hill)

Quem começou:

Patrick Durando (McGraw Hill)

Estrutura da apresentação:

  • + Necessidade de colaboração e de compartilhar conhecimento;
  • + Eemplos de uso;
  • + Táticas e lições aprendidas;
  • + Valor;
  • + Plano Futuros.

Necessidade:

+ Organização global;

+ Projetos ineficientes;

+ Tecnologias

  • Intranet
  • Share Point
  • Wikis

+ Acesibilidade entre departamentos;

+ Mais visibilidade e interação;

+ Conteúdo gerado pelo usuário.

+ Mostra tela de sistema de projeto de compartilhamento de trabalho;

+ Mostra tela de sistema de apresentação de empregados.

(Lembra problema comum a todos: como reter os novos empregados?)

+ Mostra tela de sistema de eventos chamado “Eventspace”, usado como uma agenda coletiva;

+ Mostra tela de sistema de comunicação e oportunidade de aprendizado;, que permite inclusão de filmes, fotos, etc.

+ Fala (não mostra) plataforma de base de conhecimento e de documentação;

Lições aprendidas:

  • E-mail já era;
  • Envolver as pessoas;
  • Ter um plano de como;
  • Treine;
  • Deixar rolar não funciona, tem que ter um certo controle.

Valor:

  • Aumenta-se a atitude técnica;
  • Redução dos encontros cara-a-cara;
  • Redução do tráfico de e-mail e armazenamento;
  • Facilidade para projetos na Extranet;
  • Um ambiente bom para os novos empregados;
  • Experimentação no ambiente de social network;
  • Baixo custo de experimentação.

Planos

  • Ampliar a experiência para toda a empresa;
  • Usar umtwitter interno;
  • E um diretório para os empregados (coloca isso como uma questão).

Questões da platéia:

  • Como estão monitorando?
  • Como estão integrando com a Internet?

Palestra WPOST: Dave Burke (The Washington Post)

Problema:

  • Muitas aplicações;
  • Uso do e-mail;
  • E como incentivar o encontro de cérebros.

Problema da imprensa – negócio em transição;

Precisam da interação para ideias.

Compartilhamento de projetos, via Google Docs;

Backlog de projetos;

Sistema de documentação – Usam o Social Text.

Usam o wiki para documentações diversas.

  • Tradicional - Escreve  – edita – publica
  • Hoje - Escreve – publica – edita

Mostrando que a maioria não costuma participar.

Futuro: Postpedia.

Mostra um vídeo de como se achar um lugar dentro da empresa, tipo um roteiro fácil para se achar um canto, o que facilita, pois não tem texto.

Usam Twitter.

 

 

 

 

Bom, vai aqui o que vi de melhor, fora a palestra que postei antes:

A palestra da Tara Hunt, quebrando os paradigmas.

Deve-se apostar nas pessoas.

Veja aqui o PPT.

Na palestra dela, citou:

Social intelligence – Daniel Goleman;

Rebuilding trust – Harvard Business Review

Porftofilio – Trust (não achei ainda o link);

Ideias soltas:

O mito dos superconectores, mas na verdade influenciar é algo imprevisível;

As influências mudam conforme os objetivos;

As influências são muito instáveis.

Quem realmente ajuda a decidir:

Amigos e família;

Análise de Produtos;

Vendedores – intermediários;

Vários fatores, incluindo custos;

AIUAPR – buying decision process;

Por onde começar

Centrar em pessoas e não em estratégias mídias;

Não fazer:

Ver as pessoas como consumidores;

Com lentes de produtos;

Integrar o feedback

E inovar junto com eles;

Criar felicidade para os consumidores;

Como?

Autonomia – Que as atividades são escolhidas por cada um;

Competência – ser eficaz;

Relacionamento – ligado aos outros;

Self-esteem (?)

Recompense o entusiasmo;

Influenciadores x entusiastas.

O Darwinismo na web: deixa rolar!

Bom, hoje assisti a palestra Darwinism on the Web: Surviving and Thriving in a Web 2.0 World Sören Stamer (da CoreMedia) na Web 2.0 Ny 2009.

A apresentação está aqui.

Ele lembrou que estamos apenas a 6000 dias com a Web e tudo mudou.

Segundo ele, o mundo hoje é:

+ Rápido

+ Complexo

+ Transparência

+ Sincronização Global

+ Inteligência Coletiva

+ Abundância de opções

+ Crescimento exponencial

Exemplos de websites (transparência):

http://ratemycop.com/

O Que fazer?

+ Engajar pessoas e não mais considerar que o conteúdo é o rei;

+ Empoderar as pessoas;

Ex: harley-davidson.com;

+ Receber feed-back (e acreditar neles, um discurso recorrente, vi o mesmo tema em outra palestra);

+ Engajar as pessoas em conversações;

Ex: razortv.tv (Singapura);

+ O que conecta as pessoas é a emoção;

(O que importa vem da emoção e não da informação);

+ Seja pessoal;

Ex: oprah.com

+ O viral é poder;

+ Faça suas ideias mais contagiosas;

+ A ressonância pessoal é a que importa;

+ Quem estabelece os paradigmas passa a ser o usuário;

+ Abra e faça pouco;

Evolução é difícil de prever.

+ Deixe-se levar;

+ Pessoas pagam por atenção, por infomação exclusiva;

Ex: yelp.com;

+ Estamos entrando na era também da Internet sem website, via gadgets;

+ É preciso permitir acesso de diferentes maneiras;

+ Procure oferecer um serviço de graça;

O livro dele: The Art of letting go – Enterprise 2.0.

Vou tentar comprar amanhã na exposição que tem promoções.

O Deixar Rolar é talvez a chave desse mundo da mudança de controle da informação.

Gostei da abordagem dele.

A Web é uma rede de comunicação?

O anonimato é o arquiteto da Casa a Mãe Joana – Nepôda minha coleção de frases.

Vejam que a sociedade quando tenta avaliar a Internet acredita que ela é uma rede de comunicação.

Não é.

A Web é uma rede de conexão igual a do telégrafo, o telex, o telefone.

A diferença é: o que circula na rede, fica registrado, antes não ficava.

E isso gera uma certa confusão.

Tal como:

O Rubinho processa o Google por causa dos seus perfis falsos e comunidades falsas no Orkut.

A culpa é do Google, que coloca uma rede de conexão disponível ou do usuário que faz o que desagrada a alguém?

A meu ver essa discussão é fundamental para mantermos a liberdade na Web e a possibilidade da continuidade das redes sociais.

Não estamos entrando na casa da mãe joana, a receita é simples:

  • Usuário aceita as regras;
  • Usuário se identifica;
  • Usuário sabe seus limites;
  • Usuário pode ser processado, através de CPF.

Sem isso, vai virar o caos e vamos perder nossa liberdade!

Não existe um Twitter, mas o uso que cada um faz dele.

Diferente da Tevê, que tem um canal igual para todos e um responsável.

Nas redes sociais,por outro lado, como no Twitter ou Orkut cada um se manifesta naquele canal e deve assumir o ônus e o bônus que isso representa.

Da mesma maneira, nas inúmeras revistas da UOL ou do Terra.

Cada editor é responsável pelo que se publica ali.

A vida é assim e as leis assim determinam.

Ou seja, é preciso para que a Web funcione colocar o login no CPF de cada pessoa e poder responsabilizá-las.

É a lei básica por onde nosso direito de dizer terá em contrapartida a responsabilidade pelo que dizemos.

Se no Orkut há perfis falsos, cabe ao Goggle apresentar para a justiça o CPF dos responsáveis por cada um deles e que sejam punidos, conforme tenham exacerbado no direito do outro.

Rapidinho, a prática termina.

Os bandidos dos filmes da bang-bang quando iam assaltar um banco colocavam aqueles lenços na cara.

O anonimato é o arquiteto da Casa a Mãe Joana.

Os fora da lei não interessam à sociedade.

Cada um deve ser responsável pelos seus próprios atos.

Senão não há democracia!

Se for assim, dentro da mesmo lógica do processo do Rubinho, se alguém me passar um trote eu devo processar a Telefônica, o mesmo se alguém me passar um torpedo de propaganda, processar a Vivo.

Calma lá!

A rede é de conexão e que cada um pague pela comunicação que nela circule e não o contrário!

Vamos acordar!!!

Nossa liberdade on-line depende disso!

Concordas?

Se existe algo que o americano têm a nos ensinar é de como organizar eventos. Vejamos alguns detalhes fundamentais do evento Web 2.0, em NY, que começou hoje.

Cadastramento funciona com um localizador, tipo Cia Aérea.Os laptops ficam disponíveis para você colocar seu ID. Isso não teve no ano passado:

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Ao colocar o identificador sue crachá já é impresso para pegar no estande, facilitando a chegada. O número foi enviado no ato da inscrição por e-mail. Veja onde se pega o crachá:

DSCN4415
Cada participante – e isso também é novidade em relação ao ano passado – pode incluir no seu crachá adesivos que o ajudem a identificá-lo melhor.

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Veja a mesa, com opções do tipo: Blogger” e “Twitter Addict”.

DSCN4413

As palestras sempre começam na hora. (Bom né…)

Distribuem a programação de cada dia, num lugar próprio, além do catálogo completo:

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Há, como vemos, espaço para conexão com lugar embaixo da mesa para recarregar aparelhos:

DSCN4409

E tomar um café:

DSCN4420

Suporte para quem está com problemas de conexão:

DSCN4410

Por fim, há uma tela para, ao vivo, apresentar os últimos Twetts. Os em outros idiomas não aparecem no telão. Devem ter um filtro qualquer.

DSCN4407

Destaco ainda o website do evento, no qual você pode fazer sua programação pessoal e divulgá-la, veja o link da minha.

Além de fazer contato com pessoas que estejam por aqui.

Um lance legal ainda é que no almoço será possível organizar mesas por temas.

A dos brasileiros já é uma tradição. ;)

Já encontrei dois por aqui Marcelo e Daniela.

Posto + depois.

Inovar é desligar o piloto automático!

  • Quem lê demais e usa pouco o próprio cérebro passa a ter preguiça de pensar – Einstein – da minha coleção;

Fiz semana passada uma palestra em João Pessoa, para o projeto Dataprev 2.0.

Lá pelas tantas, um dos programadores da Dataprev me pergunta como se vai conseguir colaborar, participar, mudar com a quantidade de trabalho que se tem?

Não sobra tempo!!!

Na verdade, o que consideramos trabalho, é tudo aquilo que colocamos na nossa rotina, o que fazemos de olhos fechados, no piloto automático.

Certo?

Qualquer coisa que se faz fora disso, consideramos perda de tempo, ou não-trabalho.

Pois é justamente o não-trabalho de hoje, que pode ser considerado o totalmente-trabalho de amanhã!!!

Iremos mais e mais trabalharmos para melhorar processos, do que nos processos em si.

Duvidas?

Hoje, temos algumas coisas que nos fazem pensar sobre se realmente este modelo baseado no piloto automático, da rotina cega, será realmente eficaz no futuro:

  • O mundo super-populoso demanda mais e mais produtos, mais baratos, mais adequados a cada particularidade;
  • Os produtos têm que atender a diversos mercados distintos, em função da aldeia global;
  • A velocidade das mudanças técnicas exigem que tenhamos nossa capacidade de adaptação cada vez mais desenvolvida;
  • Ligar o piloto automático é tudo que uma empresa inovadora deve evitar;
  • Se aposta hoje na capacidade de criar e se adaptar, o que significa que a rotina deve ser sempre repensada.

(Veja o café da manhã que tive com o pessoal do Abduzeedo, que fala do poder da improvisãção.)

Ou seja, com o piloto automático podemos repetir, mas não mudar.

Interessa?

Ao se defender “empresas que aprendem”, deve-se pensar aprende-se exatamente o que?

Diria: aprende-se a se olhar para o piloto automático e ver o que estamos fazendo de forma repetitiva, burra, sem sentido, sem troca, perdendo tempo, focando nossa inteligência em problemas de baixa complexidade, deixando os de alta complexidade para alguém de cima.

O problema que transferir problemas de alta complexidade para uma hierarquia superior é jogar fora a capacidade de pensar sobre o mesmo de quem está envolvido com este, embotando a sua capacidade.

Jogando no lixo a capacidade da inteligência coletiva de todos.

Ou seja, usando cada vez menos a criatividade do cérebro e emburrecendo a força de trabalho, cada vez mais dependente da capacidade de improvisar.

Desta forma, ao se emburrecer as pontas, cria-se ruídos na rede de comunicação, dando mais poder ao modelo aranha e menos ao da rede descentralizada da estrela do mar.

(Leiam: quem está no comando?)

Inovar, assim, é olhar o tempo todo para o que se faz para se fazer diferente, de forma mais fácil,com o grupo ajudando nessa direção, com ferramentas colaborativas a distância e encontros presenciais quando der e aonde der.

Ter espaços, contados como trabalho, talvez o mais nobre, para repensar o que é feito.

E normatizações de gestão para que estas demandas mudem realmente o processo de trabalho.

Ou seja, o modelo bottom-up.

Nada adianta dar voz e não dar poder de decisão.

  • Isso não é comunicação, que faz crescer.
  • É manipulação que estimula o silêncio e emburrecer.

Se não vai mudar mesmo, por que discutir e colaborar?

Há uma lógica nisso!

Inovar é dar poder às pontas para se ganhar agilidade, revendo o tempo todo rotinas.

Esse é o desafio da organização 2.0, que aprende o tempo todo em redes descentralizadas.

E você o que diz?

Concordas?

Ver foto:

DSCN4327

Promoção da Submarino: o que comprei

 

Livros – Arte de Ter Razão, A – ARTHUR SCHOPENHAUER – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Arte de Conhecer a Si Mesmo, A – ARTHUR SCHOPENHAUER – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Cartas Filosóficas de Voltaire – VOLTAIRE – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Palavras de Sabedoria – DALAI LAMA – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Discurso do Método – RENE DESCARTES – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Paradoxo da Excelência, O – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Estado, O – GEORGES BURDEAU – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Para Além do Bem e do Mal – FRIEDRICH WILHELM NIETZSCHE – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Gandhi: por Ele Mesmo – MARTIN CLARET – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Quem Está no Comando? – ORI BRAFMAN & ROD A. BECKSTROM – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Paz Perpétua, À – IMMANUEL KANT & MARCO ZINGANO – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Sermões Escolhidos – ANTONIO VIEIRA – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Do Cidadão – THOMAS HOBBES – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Galileu: Vida e Pensamentos – MARTIN CLARET – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Iniciação ao Islã e Sufismo – MATEUS SOARES DE AZEVEDO – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Eleições 2.0: A Internet e as Mídias Sociais no Processo Eleitoral – ANTONIO GRAEFF – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Kierkegaard – PATRICK GARDINER – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Comunicação Pra Quê? – MARCIO GONCALVES – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

Livros – Buda: o Mito e a Realidade – HERODOTO BARBEIRO – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

Pessoal, é eclética, estou estudando filosofia, pensadores, de como determinadas religiões e pensamentos tem a ver com redes, etc…está aí a minha lista:

 

Livros – Organização Inconformista, A – CELSO CAMPOS – ( Envio normalmente em 2 dias úteis )
Quantidade: 1
Valor/Unidade: R$ 10,00
SubTotal: R$ 10,00

 

 

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